Eu podia sentir o quanto ele estava à beira. O corpo dele inteiro pedia por mim, e eu queria devolver tudo o que ele havia me feito sentir na noite anterior.
Tirei a venda lentamente dos seus olhos, como se revelasse a cena final de um espetáculo que só nós dois sabíamos apreciar. O olhar dele me devorava. Ainda com o meu vibrador de calcinha Lis nas mãos, posicionei o vibrador com firmeza na base do pênis dele, deslizando às vezes até a glande, enquanto alternava com leves movimentos usando o masturbador Sensevibe Hand dele. Tudo com muito lubrificante. Eu o sentia escorregando nas minhas mãos, cada vez mais quente, mais tenso, mais entregue.

Minha boca se revezava entre o prazer e a provocação. Eu sabia exatamente como deixá-lo à beira do delírio. E foi nesse limite que, sem aviso, subi sobre ele. Nossos corpos se encaixaram como um ímã, com urgência, mas também com conexão sexual. Era mais do que sexo. Era um reencontro íntimo. Um reencontro com o toque, com o olhar, com o desejo que a rotina tentou calar.
Cavalguei com prazer, olhando nos olhos dele. A cada investida, a cada gemido abafado, eu sentia que algo em nós se curava, se acendia de novo. O suor, os gemidos e o cheiro do hidratante de amora ainda no ar criavam um cenário de pura entrega sensual.
Terminamos abraçados, suados, respirando juntos. Como se, naquele momento, estivéssemos renovando silenciosamente o nosso pacto de prazer íntimo e cuidado mútuo.

Quer viver algo parecido? Descubra os produtos utilizados neste conto no nosso site e transforme a rotina em desejo.
Versão sem cortes e mais picante: acompanhe a série no nosso Canal do Telegram.




